Por Johnatan Silveira
Os tablets
estão mexendo com a cabeça de muita gente. Mas afinal,
o tablet
estaria mais para um smartphone
ou para um notebook?
A mais nova mania tecnológica foi desenvolvida para ser um
dispositivo pessoal em formato de prancheta para ser usado de
diversas maneiras: acesso à internet, organização
pessoal, acesso a todo tipo de conteúdo de mídia,
leitura de livros, jornais e revistas; e, jogos. A principal
característica de entrada é a tela touchscreen,
onde o acesso é feito com a ponta dos dedos. Nem smartphone,
nem notebook:
o novo brinquedo representa um novo conceito.
O iPad
veio primeiro, e inaugurou uma nova categoria – os tablets.
Apesar da concorrência da Samsung (Galaxy
Tab),
Motorola (Xoom),
Semp Toshiba (MyPad),
entre outros, a previsão é que a Apple
continuará com sua supremacia em vendas. Segundo a empresa de
estudos iSuppli,
a empresa de Steve Jobs (Apple)
será líder absoluta até 2012. Estima-se que
nesse ano, cinco em cada oito tablets
vendidos em todo o mundo serão iPads.
A gigante Microsoft,
por hora, está na contramão desta tendência. A
empresa não acredita na consolidação dos tablets
e pensa que isso tudo não passa de uma febre passageira, que
serão deixados de lado enquanto que os smartphones
e os notebooks
vão se confirmar como os computadores de uso geral. Apesar da
desconfiança, a empresa também lançará
seu próprio tablet
com sistema operacional Windows especialmente desenvolvido para o
dispositivo em meados de 2012. O curioso, é que a empresa
sinalizou investimentos em tablets a mais de 10 anos. Bill Gates
acreditava na época que em 5 anos, ou seja, em 2006, os
tablets já seriam maioria. Enfim, abandonaram o projeto e
agora correm atrás do tempo perdido.
Apostas e previsões
a parte, os números comprovam o crescimento nas vendas. Além
disso, é comum perceber que cada vez mais, cresce o interesse
das pessoas em adquirir o equipamento. O quadro típico é
como uma virose: você vê alguém usando, percebe a
praticidade e versatilidade do equipamento e logo diz: “Eu também
quero!”.
Analisando nossa
realidade acadêmica, ao fazer um simples passeio pelo pátio
da faculdade, percebemos que vários estudantes já
aderiram o equipamento e utilizam inclusive para suas rotinas. Tal
fenômeno não se dá simplesmente pela novidade e
inovação tecnológica; o fato é que os
tablets
permitem que os alunos acompanhem o conteúdo dos cursos
eletronicamente, além de ser uma poderosa ferramenta para
anotações e compartilhamento de informações.
Além disso, para os consumidores de notícias, o tablet
vem se tornando uma ferramenta agradável para acesso e leitura
dos principais jornais.
O futuro dos
tablets,
no entanto, é uma incógnita. Apesar da tendência,
podemos concluir que este está ligado diretamente ao próprio
futuro da informática e da acessibilidade de informações.
Há quem acredite, por exemplo, que os apps
(aplicativos para tablets
e smartphones)
vão substituir o uso do Google como ferramenta de pesquisa,
por ser algo direcionado e específico para cada tipo de
usuário. O que parece é que estamos sendo
experimentados pelas tecnologias; por hora, estamos na mania dos
tablets.



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